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terça-feira, 19 de abril de 2011

.: A'uwê - Moyngo - O Sonho de Maragareum

Esse trabalho faz parte da série Jovens Cineastas, iniciativa do projeto " Video nas Aldeias" .
A importância dos sonhos não é novidade para a maioria dos povos indigenas... Para os mayas por exemplo, os sonhos permitiam contato com planos de consciencia mais elevados...

Para o povo Ykepeng, também conhecidos como Ticão, os sonhos são representados e transmitidos de geração em geração...



Esse documentário traz depoimentos dos indios Ticão e também a representação de um sonho... Mostra o principal ritual desse povo... a iniciação da vida adulta através da tatuagem do corpo. ( sinopse reproduzida do programa AWUE... TVE)
SALVE OS POVOS INDIGENAS BRASILEIROS... OS LEGÍTIMOS DONOS DESTA TERRA!
http://www.facebook.com/bloqueoacuba
Movimento internacional contra o Bloqueio à Cuba... Comunidades no Facebook...Confira!

Brasil - Um relato da tortura


Esse filme traz o emocionante depoimento dos presos políticos do regime militar da História do Brasil. São relatos de quem viveu na carne o drama da tortura, nos porões dos quartéis, nas salas escuras do Departamento de Ordem Política Social, o DOPS. Também trata da luta pela liberdade e a resistência à ditadura que se instaura no país à partir de 1964. Documentário de forte e emocionante teor.

Para todas as Ayabás... axé!!!

Povos Indigenas do Brasil contra a Construção de Belo Monte


A quem realmente interessa a construção da usina de Belo Monte?
Por que a opinião pública internacional, como a OEA, tem mais impacto nas decisões governamentais do que a mobilização dos povos indigenas brasileiros?
Por que não utilizamos fontes de energias limpas?

OS HOMENS BONS


Os Homens Bons...


Segregação ...
Discriminação...
Separação...
Escravidão...



ku Klux Klan
Apartheid
Auschwitz-Birkenau
Skinhead neo-nazistas


baía de Guantanamo
senzalas
Carandirú
Oz
Villa Grimaldi


Grandes muralhas... 
Muros sociais...
Favelas comunais... 
Cercas estruturais...


em suma...
dividir para imperar!


‎..."quero um lago de azul infinito translúcido para nele construir minha Atlântida e nela viver submerso eu e minha obra...
 ‎...subterraneamente eu e minhas obras subterrâneas, subaquáticas e a minha marca a marca de minha obra subterrânea/...
 ‎.../subaquática água e montanha submergindo e emergindo delas o poeta/ sereia da evolução/revolução IX...
 ‎...verei com esses olhos implacáveis as modificações, as transformações boas ou más que se processaram no meu habitatubrs...
 sons estridentes, vozes motobusinantes, poluar nucleoso, fumaça asfixiosa, cartazes propagandas, visoagredindo, visoimpingindo, sintetilatas, alimentobarramorte...
 urbanogentes em metroespaços gravaenforcados empastados JamesBondeanamente correndocorrendo atrás da morte enfartiosa do dinheiro e a saída?...”
 Dialogo de P.Leão e sua musa estática: A poesia e assim viveu Leão ferozmente burilando palavras maletando na órbita das Gerais:
 “...nas estratoferas da mente, entes, feras gentes de todas as espécies para depois morrer e nascer de novo, feras entes crentes, morrer de novo voltar as estratosferas da mente...” e mais Jannis Joplin deusa de Sienna em Woodstok onde desembarcou Leão “...com sua alma negra queimando o coração que explodiu e com gaivotas loucas on the blue sea...“
evaporou no azul do mar embalado/embevecido com a morte com quem flertava de longe agendando e desagendando encontros... “...sim marquei com ela há alguns dias e não fui ao seu encontro mas sei que ela me espera estática em alguma esquina da vida atrasei a este encontro pois apareceram coisas terrenas bem mais atraentes, mulheres... loucuras todas estas que a vida tem para enganar a gente ...mulheres apareceram algumas... e loucuras basta viver para conhecê-las é o dia a dia , mas e... a morte? ... quem sabe a morte me espera, que posso fazer pra escapar dela ?...é só não ir ao seu encontro mas isso é impossível!!!” That’s impossible!!!!... cismava indagante e pouco eloqüente adiava a hora fatídica “...
 ‎... fique mais um pouco em sua esquina estática... espere-me que talvez não demore muito... quem sabe...” e insistia com ela, num triste colóquio sentimental “.... fique...fique um pouco mais em sua esquina...um pouco mais...um tempo mais. ....um tempinho só..”. enquanto isto um copo na mão brindava à vida e aos amigos na paz e no amor idílicos dos poetas navegantes.
Homenagem à Paulo Leão ...  poeta, mago, mendigo e amigo daqueles que brindaram seus poemas!
"Prefiro a cachaça sem Ira do que o Whisky com sangue". Paulo Leão.